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quarta-feira, 16 de junho de 2010

ESPAÇO DEDICADO AOS ALUNOS DO 7° ANO DO CERB.
Planejando atividade com Hipertexto ou Internet

Tecnologias na Educação: Ensinando e aprendendo com as TICs
Planejando uma atividade no hipertexto ou internet.
Oficina de Tangram – 7° anos matutino do CERB.

O ensino de Matemática cabe ao desenvolvimento do raciocínio geométrico e, é nesse sentido que foi pensado nesta atividade. A atividade foi planejada e aplicada inicialmente na turma de 7° ano, especificamente no 7° ano “A” matutino, em forma de oficinas e posteriormente adaptada e distendida as turmas de 8° anos.
Apesar de alguns conceitos geométricos já terem sido introduzidos na série anterior, procuramos desenvolver uma atividade de forma a ampliar o aprendizado geométrico dos alunos, considerando que os mesmos quando no 6° ano, são um pouco imaturos para arquivar tais conhecimentos, por isso decidimos iniciar do “zero”.
Nosso principal objetivo ao aplicar a oficina do tangram nos 7° anos, foi trabalhar a geometria experimental e manipulativa utilizando a internet (sites como a Wikipédia e youtube) como fonte de pesquisa e meios para uma aprendizagem geométrica significativa, além de poder aprimorar o conceito de formas geométricas planas de forma lúdica, com um “riquíssimo” material de apoio que é o Tangram. “As formas geométricas que compõem as sete peças do Tangram (triângulo grande; 1 triângulo médio; 2 triângulos pequenos, 1 quadrado, 1 paralelogramo) permitem que nós professores exploremos - os de diversas maneiras, podendo servir de apoio ao trabalho de alguns conteúdos específicos, ou propiciar uma aula diferenciada (lúdica)”.
Em função do curso, foi pedido aos alunos que utilizassem a Wikipédia http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal como fonte de pesquisa, os mesmos nesta etapa tiveram que buscar, por meio da leitura online, http://pt.wikipedia.org/wiki/Tangram a resposta de algumas questões: história e origem do tangram; quantidade de peças que compõe o tangram; origem do nome tangram; quantidade de figuras que podem ser formadas com as peças do tangram; dentre outras.

Outro ponto importante o qual também foi colocado como atividade, foi o acesso aos links encontrados na pagina da Wikipédia. Nesta, os alunos teve a oportunidade de desenvolver algumas habilidades como o raciocínio lógico realizando um desafio: "jogo do tangram"(Jogo encontrado em um dos links da pagina acessada, e proposto aos alunos como item avaliativo). http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm99/icm25/puzzles/tangram/historiadotangram.htm
Após terem o conhecimento da história do tangram, passamos para outra fonte de pesquisa, o site do youtube. O mesmo motivou o assunto e complementou o conteúdo em estudo com diversos vídeos, dentre eles:

http://www.youtube.com/watch?v=r4Fhv7guJe8&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=JcJlejSfPZU&feature=related http://www.youtube.com/watch?v=JcJlejSfPZU&feature=related

Após o conhecimento da lenda do tangram e da apreciação dos vídeos, passamos para a confecção do tangram. Neste momento foi difícil conter a turma, pois a mesma é composta por um número superior a 40 alunos, o que causou um congestionamento de barulho, ansiedade e “alegria”. Após a confecção houve um momento de socialização, observação e estudo detalhado do Tangram, onde os alunos puderam visualizar e confeccionar figuras construídas com as sete peças que o compõe.
Em suma acredita – se que com a aplicação da oficina e com a utilização dos diversos recursos, como por exemplo, o uso (acesso) da internet que conveio como fonte de pesquisa e nos proporcionou diversos vídeos; a produção e de obras de arte e o uso de dobraduras (Tangram), aumentou – se o aprendizado e o prazer tanto dos alunos quanto dos professores por esta parte encantadora da matemática que é a GEOMETRIA.


quinta-feira, 27 de maio de 2010



PERCEPÇÕES HIPERTEXTOS
Caros colegas,

Desta vez irei aproveitar este espaço não só para relatar minhas surpresas e conhecimento sobre hipertexto, mas para admitir que naveguei diversas vezes no tão falado “hipertexto”, sem mesmo dar conta disto. Confesso que quando vi esta palavra, até então não conhecida, por mim, fui ao dicionário em busca da definição. Então encontrei: “hiper” = além, ou seja, além do texto. Em seguida, optei por buscar definições através de outra ferramenta, a internet. E lá, mais uma, estava fazendo o uso do hipertexto, agora sim, repetindo um processo já conhecido.
De acordo com minhas pesquisas, hipertexto define - se como: “documento capaz de incluir em seu conteúdo ligações com outras partes do mesmo documento ou documentos diferentes. As ligações normalmente são indicadas através de uma imagem ou texto em uma cor diferente ou sublinhado. Ao clicar na ligação, o usuário é levado até o texto ligado”. Ver em http://www.hospedenet.com.br/info/Hipertexto.html ou ainda: “sistema que permite você visualizar documentos (paginas web) através de ancoras (links)”. Ver em http://www.tiosam.net/enciclopedia/?q=Hipertexto. Parece até brincadeira!
Desculpem-me os profissionais de letras, se eu estiver errada. Deixo aqui a minha contribuição. Faço uma aproximada comparação do “hipertexto” como um “texto coerente”, ou seja, um texto que tem ligações com outros textos, pois no decorrer da leitura de um texto acessado, pode-se fazer a livre escolha de obter mais conhecimentos e definições relacionados ao texto inicialmente acessado, relativos ao meu interesse e curiosidade. Uma mistura de informações, que vem de forma rápida, fácil, e que muitas vezes não deixam de ser confusas também, visto que este nos oferece múltiplas aberturas a seguir.
Portanto, vale a pena nós professores, oportunizar – nos a nós mesmos, bem como aos nossos alunos, fazermos uma “viagem”, buscar conhecimentos através desta ferramenta tão importante para aprendizagem e para a educação.

Luciana Ribeiro da Cruz.

sábado, 22 de maio de 2010


Essa é só para descontrair!!!

* * * Para os meus nobres colegas da área de exatas * * *


Felizes aqueles que se divertem com problemas que educam a alma e elevam o espírito. (Fenelon)

Conhecendo as tecnologias da escola e descobrindo recursos educacionais no cyber espaço - Minha escola.

Tecnologias na Educação
Ensinando e aprendendo com as TIC.
Formador: Edemar.
Cursista: Luciana Ribeiro da Cruz.
Unidade escolar:
Colégio Estadual Rui Barbosa - C.E.R.B.

Nós do CERB acreditamos que os recursos disponíveis e utilizados em nossa unidade escolar têm influenciado bastante nas nossas práticas além de serem de grande ajuda em virtude do envolvimento, da satisfação e curiosidade que motiva os educandos em receber conteúdo de forma dinâmica, interativa e diferenciada.
Recursos tecnológicos mais utilizados no C.E.R.B.

* Computador.
* Data – show
* Retro projetor
* Spim ligth
* Maquina fotográfica.
* Recursos de áudio e vídeo (som/ microfone/caixa de som/TV / DVD).


Todos os recursos, são utilizados como complemento pedagógico na ministração de aulas em todas as disciplinas, bem como, nas aulas de reforço, palestras e atividades áudio visuais. Ao mesmo tempo em que é feito o registro das mesmas.
Portanto, há recursos diversificados na unidade escolar e compete aos professores e alunos escolher e incorporar aquele que esteja mais adequado aos objetivos e aos conteúdos propostos para o momento.

SUGESTÃO DE SITES:
Quando se fala em sites direcionados à Educação, sabemos que estes só têm a contribuir para a nossa formação e atualização profissional. Cada site possui a sua importância e, de igual modo, cada profissional se identificará mais com um, seja pela compatibilidade com a área que atua, pela facilidade de acesso ou mesmo por outros fatores. Deixo aqui a minha contribuição.
Para tal escolhi dois sites, um direcionado a todas as disciplinas, outro, direcionado minha área (Exatas).

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/index.html
Neste o professor de qualquer disciplina encontrará sugestões e materiais de apoio. Por ele também podemos acessar outros sites, como por exemplo, o site do domínio público http://www.dominiopublico.gov.br/ e o site da TV escola, http://tvescola.mec.gov.br/, o qual este mês traz em destaque na revista on line detalhes sobre o que é, e quais as vantagens em acessar o portal do professor. Além disto, a revista esta recheada de reportagens sobre a relação educação e tecnologia, uma delas é: “O que a escola faz com a tecnologia e o que a tecnologia faz com a escola”.
Vale à pena conferir !!!

http://www.somatematica.com.br/
O site é interessantíssimo a nós profissionais da área de exatas. Um ambiente interativo no qual encontramos materiais de apoio à qualquer faixa etária e grau de escolaridade. Nele podemos ter acesso a conteúdos, atividades, resolução de exercícios, dicas de cálculos, além da parte lúdica do site, cujo, trabalha com curiosidades, jogos, desafios e outros apetrechos

Não poderia deixar de citar o nosso “famoso”: http://www.youtube.com/, nele também encontramos recursos para subsidiar aro nosso trabalho (vídeos de aulas para todas as disciplinas), bem como nossas horas de lazer. Aproveito a ocasião e deixo aqui o url de alguns vídeos bacanas (mensagens e poemas) que vale a pena conferir!!!




http://www.youtube.com/watch?v=DNHIC4lew5g - Navegue - Fernando Pessoa.

http://www.youtube.com/watch?v=b9eQp-z2zjs&feature=related - Posso ter defeitos - Fernando Pessoa.

“Preocupações e/ou expectativa no que diz respeito ao uso da tecnologia nos processos de ensino e aprendizagem”.


Será que a escola atual encontra - se preparada, ou mesmo, está se preparando para inserir futuros cidadãos neste mundo globalizado?
É certo que as tecnologias devem ocupar o espaço escolar, estas vieram para, oferecer mais oportunidades de acesso à informações, facilitar a comunicação, a interação e a aprendizagem. As mesmas são de grande valia em virtude do envolvimento, da satisfação e curiosidade que motiva nossos alunos a receberem boa parte do conteúdo de forma dinâmica, interativa e diferenciada.
O grande problema é que nem sempre conseguimos utilizá-las como deveríamos. O acumulo de obrigações, a grande restrição e resistência ainda por parte de alguns profissionais, a falta de preparo do professor e da instituição, o domínio com as técnicas, a pouca quantidade de recursos disponíveis, a insegurança, a falta de acompanhamento e apoio técnico, dentre outros fatores, dificultam a incorporação desta valiosa ferramenta em nossas aulas.
Contuto, temos procurado nos aperfeiçoar inserindo tanto na vida profissional quanto na pessoal o uso destes recursos com objetivo de suprir as exigências da sociedade tecnológica. Afinal, precisamos nos preparar para melhor preparar nossos alunos.
Nossos alunos precisam ser incentivados e motivados a produzir conhecimentos e não apenas consumir conhecimentos, como freqüentemente acontece. Não estamos afirmando que a inserção dos recursos tecnológicos vai fazer milagres e muito menos solucionar os todos os problemas de aprendizagem, o que queremos ressaltar é que estes quando bem utilizados agem como elemento motivador no processo de ensino, da mesma forma, oferecem a oportunidade da interação e da socialização, tornando as aulas mais agradáveis e divertidas, motivando os alunos a envolverem – se mais no processo de aprendizagem.
Assim, não há como discordar de que não podemos ignorar as tecnologias que muito nos oferece o mundo globalizado.

"Quem sou eu como professora e aprendiz"

Sou uma profissional da educação que visualiza a escola contemporânea como um convite a reflexão. Escola esta, onde novas metodologias de ensino e práticas docentes são necessárias, devido às mudanças aceleradas da sociedade em que vivemos.
Portanto sou alguém que busco de tal forma estar preparada para assumir aceitar tais mudanças, ciente de que são necessárias e significativas.
É certo que as dificuldades são muitas e, já conhecidas. Sei que é bastante difícil conciliar a falta de tempo com a oportunidade de crescimento. Já entendi que a minha função não se resume em apenas ter domínio do conteúdo, trabalhar com a minha disciplina especifica, no meu caso a matemática, mas, cumprir o currículo, as responsabilidades pertinentes ao sistema escolar regente, entender o processo de aprendizagem e acima de tudo formar cidadãos aptos a ingressarem neste mundo globalizado.
Para mim, ser professor hoje é mais que ensinar, é fazer aprender. E nisto persisto: em ser uma profissional que enquanto ensina aprende e enquanto aprende ensina. Sei que não sou uma detentora do conhecimento, afinal meus alunos já chegam com a informação, cabe a mim, interpretá-las, orientá-los, mediar e facilitar a aprendizagem. Tenho buscado aprender coletivamente, ou seja, construir o conhecimento junto com os meus alunos, escola e família. Fazer uma ponte entre o conhecimento transmitido e a informação recebida.
Quando ouço falar em aprendizagem, penso imediatamente na sala de aula, no meu aluno, muitas vezes chego até a esquecer que também sou sujeito da aprendizagem, que também tenho a aprender. Aprender a analisar a minha prática, rever minha metodologia, repensar, replanejar...
Estou disposta a crescer aprendendo com as mudanças e procuro estar aberta às atualizações, por isso tento da melhor forma possível, inovar. A inovação é uma necessidade tanto para o cotidiano do aluno em sala de aula quanto para a prática diária do professor. Quando inovo minha aula, vejo que meus alunos demonstram maior entendimento, satisfação, interesse e melhor desenvoltura.
Não há como ignorar. E para tanto, tenho estado receptiva, incorporando dentro das condições disponibilizadas, as exigências contemporâneas. E de igual modo, tenho trabalhado de forma modificada inovando e reconstruindo cada vez mais minha prática, minha metodologia, meu modo de encarar a vantajosa e árdua “educação”.